Procuradoria do Estado vê ilegalidade no pagamento dos salários de 1994

Publicada em 15/01/2010 às 17h51

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O deputado estadual João de Deus, líder do PT, informou que os salários atrasados do governo Guilherme Melo (1994), que o governador Wellington Dias se propôs a pagar, não poderá ser liberado para as categorias que entraram na Justiça, em doze parcelas. Dentre elas, os servidores da Educação, que chegam a aproximadamente 45 mil pessoas.

“Como na época alguns sindicatos entraram com ação na Justiça, o que foi correto, e já foi julgado em primeira instância, esses servidores não poderão receber em doze parcelas como o governador está se propondo a pagar, mas terão que esperar na fila dos precatórios do Tribunal de Justiça, já que também os sindicatos não podem também desistir mais da ação que foi tramitado e julgado”, explicou João de Deus.

Os salários são referentes ao mês de dezembro e o 13º salário de 1994, que não foram pagos. Segundo os cálculos feitos pela Secretária de Administração, Regina Sousa, a dívida chega a R$ 60 milhões. A ideia é pagar R$ 5 milhões por mês em doze parcelas.

“Mas, os professores, por exemplo, devem esperar a fila do precatório já que o governador não poderá atropelá-la, porque desencadearia revolta em outras categorias e até um possível bloqueio das contas do Estado”, supôs o deputado, que como professor, também tem direito a receber os vencimentos atrasados.

Edição: Edmundo Neto

Fonte: Caroline Oliveira | Cidadeverde.com

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Comentários (2)

  • afranio calixto, Parnaíba-PI disse:
    Deixado em 10/03/2010 às 19h30

    gostaria de saber se posso entra p receber o meu tbm, é pq ñ entrei com o sindicato e quero saber se posso entra agora ou vou ficar prejudicado? aguardo resposta.. abrigado.

  • Gabriela, Mossoró-RN disse:
    Deixado em 15/01/2010 às 22h45

    Gostaria de repudiar o termo "ilegalidade" pois embora, o sindicato tenha recorrido a justiça, não vejo como ilegal se pagar os vencimentos de quem já foi penalizado por não recebê-los na época, chego a pensar que em vez de ilegalidade poderia ser usado por exemplo o termo má vontade em pagar os vencimentos destes professores ou mesmo falta de recursos para tal. mais o deputado e o seu partido não podem serem mal vistos por isso afinal 2010 tem eleição e professor, não vota como é agente de transformação social e poderia ser um estrado ou ao menos um contratempo. não concordam?


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